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Com o tema Mãe, Mulher, Maria, Olodum – Uma História das Mulheres, o bloco mais lindo do carnaval baiano irá desfilar dois dias, na Sexta-Feira no Circuito Osmar (Campo Grande) e no Domingo, o Bloco Olodum desfilará na Barra abrindo os desfiles no circuito Barra/Ondina.

O bloco Olodum, foi criado em Salvador no bairro do Maciel – Pelourinho por um grupo de moradores em 25 de abril de 1979 numa época em que este bairro era marginalizado e discriminado pela população baiana, ocupando um espaço da expressão cultural contemporânea do continente africano que no Estado da Bahia tem sua maior representação e expressividade. No início, os foliões do Olodum eram apenas moradores do Pelourinho que tinham como objetivo celebrar a herança cultural africana, considerando que a maioria da população Soteropolitana é descendente de africanos.
A partir da década de oitenta o Olodum tornou-se uma Organização não Governamental (ONG) do movimento negro brasileiro e desenvolve ações de combate à discriminação racial, estimula a autoestima e o orgulho dos afro-brasileiros, defendendo a luta dos direitos humanos na Bahia-Brasil.
A ação cultural do Bloco Olodum contribuiu e tem contribuído decisivamente para a revitalização do Centro Histórico de Salvador não só como um lugar de visitação turística, mas também como um lugar em que a educação revitaliza esperanças, como é o caso do Projeto Educacional da Escola Olodum que capacita, jovens e adolescentes em diversas áreas do conhecimento tais como, música percussiva, dança afro, informática, formação da cidadania e outros.

Os ensaios da banda Olodum já viraram tradição soteropolitana e movimentam o Centro Histórico da cidade há mais de duas décadas. Os convidados são divulgados a cada semana. Além do som tradicional do Olodum, os convidados de cada terça-feira variam e animam o público.

O repertório promete relembrar grandes sucessos dos 40 anos de história do grupo, como “Faraó”, “Deusa do Amor”, “Rosa”, “Avisa Lá” e “Protesto Olodum”. No palco, o grupo ainda vai apresentar ao público faixas inéditas, como “O Nome da Rosa”, “Minha Tez” e “Sereia”, além de uma releitura de “A Ver Navios”.

Contato: (71) 3121-4154  • (71) 99998-7577
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